segunda-feira, 25 de março de 2013

CARACTERÍSTICAS NOS SERVOS DE DEUS



Davi foi alguém extraordinário porque era uma pessoa comum, assim como cada um de nós. Cheio de defeitos, pecados e dificuldades. Mas acima de tudo, Davi era uma pessoa segundo o coração de Deus.

 Um dos funcionários respondeu: "Conheço um dos filhos de Jessé, de Belém, que sabe tocar harpa. É um guerreiro valente, sabe falar bem, tem boa aparência e o Senhor está com ele". 
1 Samuel 16:18

    Que testemunho! Já imaginou alguém falando assim de você?
Essas características todo o crente deve ter, não é nada sobrenatural, nada inatingível e está ao alcance de todos nós.


§  SABE TOCAR

-          Este ponto não está relacionado apenas a música, mas também com o Dom que Deus lhe deu;
-          O Reino de Deus é composto de pessoas que exercitam o seu Dom;
-          Pessoas que dá o seu melhor (Gn.4:3-5; Ml.1:6-9);
-          O nosso Deus, é o Deus das coisas excelentes.


§  VALENTE:  “pessoa que tem valor corajoso, intrépido, esforçado” (dic.)

-          A nossa força vem do Senhor (I Sm.17:34-37)
-          Desenvolve-se pelo relacionamento que temos com Deus (I Sm.17:46)
-          Ser valente é diferente de ser brigão: Davi não vivia atrás de leões e ursos para matar, mas estava sempre pronto a fazê-lo.
-          Existem os crentes “caça fantasmas” que saem à procura de demônios para enfrentar, esses são os nossos brigões.
-          Deus quer que você esteja sempre pronto para a batalha como Davi. 

  • VIGOROSO: “força física, vitalidade e energia” (dic.)
                    -          No Hebraico, a palavra usada é “chazil”, que significa: força, poder, eficiência, riqueza,
                          força como um exército;
-          O Reino de Deus é composto de pessoas com estas qualidades no aspecto espiritual. Como obter senão pela oração?

  • SABE FALAR BEM
                    -          A Bíblia dá um valor altíssimo às palavras que proferimos: Pv.18:21; Tg.3:2;
-          A palavra usada no hebraico, é “biyn”, que significa observar, distinguir, ter discernimento, discrição e inteligencia;
-          Davi era alguém que pensava antes de falar;
-          Que tipo de pessoa os outros diriam a respeito de você se tivessem que medi-lo por suas palavras? Diriam que você é pessimista? Natural? Deprimida? Crítica? Soberba?
-          Tem aquele tipo de pessoa que tem o péssimo habito de falar mal de outros (II Tm.2:16, 17);
-          O Reino de Deus é composto de pessoas que faz o bom uso das palavras.

  
  • BOA APARÊNCIA
              -          Pv.15:13
A alegria do coração transparece no rosto, mas o coração angustiado oprime o espírito. 

-           Tem crente que já apagou esse versículo da bíblia há muito tempo!

  • O SENHOR ESTÁ COM ELE

-          Podemos concluir dizendo que todas as características mencionadas aqui dependem dessa;
-          Tudo começa quando o Senhor está presente;
-          E através dessa presença desenvolvemos um relacionamento íntimo com Deus;
-          O desejo do meu coração é que as pessoas que estão lá fora falem assim de nós;
-          Para isso é necessário que coloquemos o Senhor em primeiro lugar em nossas vidas.

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão

quinta-feira, 21 de março de 2013

ORAÇÃO, UM BEM PARA A ALMA


Ele me instruiu e me disse: "Daniel, agora vim para dar-lhe percepção e entendimento.
Assim que você começou a orar, houve uma resposta, que eu lhe trouxe porque você é muito amado. Por isso, preste atenção à mensagem para entender a visão: 
Daniel 9:22-23


O texto nos traz benefícios da oração, benefícios que muito nos ajudam para um bom viver.

1) A oração traz benefícios a alma porque praticando, temos nossa percepção aguçada e adquirimos entendimentos divinos. Quando estivermos orando, precisamos estar atentos a resposta de Deus, a oração é um dialogo e não um monólogo;
2) A oração traz benefícios a alma porque sempre há uma resposta, as vezes o nosso desespero, nossa agitação ou inquietação não nos deixa ouvir essa resposta;
3) A oração traz benefícios a alma porque nos permite experimentarmos o amor de Deus, Daniel era muito amado por Deus. Daniel era um jovem exemplar, mas muito amado por causa de sua vida devocional;

Sendo assim irmãos, precisamos praticar mais. Experimente orar mais, mesmo que sejam orações breves, mas que sejam varias vezes por dia. É um desafio que nos trará um bem extraordinário.

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão

terça-feira, 19 de março de 2013

SEM TEMPO PARA JUSTIFICATIVAS


Quando o viu deitado e soube que ele vivia naquele estado durante tanto tempo, Jesus lhe perguntou: "Você quer ser curado? "
Disse o paralítico: "Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque quando a água é agitada. Enquanto estou tentando entrar, outro chega antes de mim".  
João 5:6-7


Esse texto me chama atenção pela incapacidade do paralítico dar a resposta adequada a Jesus, uma pergunta simples e direta. Aqui só cabiam duas respostas: "sim" ou "não". Mas o cara complicou tudo, ah se não fosse a misericórdia de Jesus...
Antes acontecesse apenas com o paralítico, porém ela acontece conosco também, ficamos procurando justificativas para o nossos fracassos. As experiencias frustrantes de não conseguir ser curado pelas águas marcaram mais do que sua própria deficiência física.
Jesus não estava preocupado com as tentativas frustradas daquele homem, Ele estava ali para suprir as necessidades daquele homem.
Assim é conosco, Jesus quer suprir nossas necessidades, portanto não deixe que as decepções e os insucessos alojem em nossos corações. Não busque justificativas, busque a solução em Jesus.

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão

segunda-feira, 18 de março de 2013

CORAÇÃO DE DEUS X CORAÇÃO HUMANO


 “Pegue a vara, e com o seu irmão Arão reúna a comunidade
e diante desta fale àquela rocha, e ela verterá água. Vocês tirarão água da rocha para a comunidade e os rebanhos beberem”. Números 20:8

Estar à frente de uma tarefa é algo árduo, sobretudo quando se lidera pessoas. Pessoas que não tem a mesma visão do líder.
Liderar implica muitas vezes em renuncia do próprio querer, abster-se suas preferências, ouvir o que não quer e agir de acordo com as diretrizes daquele que o enviou. Liderar não é algo nada fácil.
Ainda sim, Moisés foi líder maravilhoso, entretanto teve suas falhas, num momento de vacilo, não cumpriu com exatidão a orientação divina e acabou pagando o preço por isso.

Fica para nós a lição de que o líder deve exercer sua função com o coração de Deus e não com o coração de homem, fazendo assim seremos bem sucedidos.

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão

sexta-feira, 15 de março de 2013

CANTAR: QUANDO, COMO E POR QUÊ



  • POR QUÊ cantar no culto?
1.      A música é um grande veículo de integração entre as pessoas.
2.      Com ela podemos expressar a Deus e aos homens nossos sentimentos. As estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus rejubilavam. (Jó 38.7)
3.      Porque através do Espírito Santo a música é usada para a glória de Deus, para a edificação das pessoas e salvação de vidas.

  • QUANDO cantar no culto?
Nos diversos momentos do programa. O programa básico do culto deve conter momentos de adoração, contrição, comunhão, consagração, pregação e oração.
  • O QUE cantar no culto?
1.      Músicas dirigidas a Deus, como acontecia na Igreja Primitiva, que usava os cânticos tão somente para louvar e engrandecer a Deus. Não havia preocupação com o ser humano.
2.      Músicas que falem ao homem, lembrando suas necessidades e anseios, ajudando-o a entregar a Deus suas preocupações e alegrias, possibilitando que o adorador cresça espiritualmente.
3.      Hinos e canções de diferentes estilos: alegres, sóbrios, contritos, contagiantes, observando o propósito de sua inserção e sua adequação ao momento específico do programa.
Neste aspecto, é importante salientar que:
·         Deve haver coerência na seleção do repertório musical, observando que o estilo precisa estar adequado a intenção do momento no qual é inserida determinada peça musical.
·         É preciso bom senso no planejamento do programa, tomando cuidado para que a música não ocupe tempo demais na programação.
·         As fontes determinantes do repertório disponível precisam ser muito variadas. Além de conhecimento de muitos lançamentos no mercado fonográfico, é fundamental o conhecimento de hinários e coletâneas diversas nacionais e internacionais.
·         É fundamental o estudo teológico doutrinário do que se pretende ensinar, observando se as letras são coerentes com aquilo que cremos e professamos. Joel Sierra, do México nos diz sobre isto que “um bom conteúdo teológico não pode ser de nenhuma maneira linguagem incompreensível. Tudo o que se canta, fala, lê e ora no culto público devem ser palavras compreensivas para todos. O culto é pleno de teologia."
·         Ao selecionar hinos e canções deve-se tomar cuidado para que suas letras não sejam vulgares, simplórias ou  muito elaborados, impedindo as pessoas experimentar o verdadeiro louvor.
·         O critério para seleção do repertório musical deve levar em conta:
- a aprendizagem rápida da congregação;
- sua acessibilidade ao público-alvo;
- o envolvimento da congregação na celebração do culto.
Portanto:
·         O líder de ministração coletiva precisa conhecer a congregação, observando as diversas faixas etárias, culturas, costumes, cuidando para que o repertório musical esteja sintonizado com essa diversidade.
·         Precisa conhecer também o seu pastor.

  • COMO cantar no culto?
1.      Lembrando a todos os adoradores (congregação e músicos) que o cântico é para o Senhor. Muitas vezes cantamos apenas por tradição histórica, sem consciência da importância da música no culto e do ato de adoração.
2.      Fugindo da pressa, mas tomando cuidado para não errar pelo excesso. Neste aspecto, o equilíbrio é fundamental, evitando tanto o mecanicismo, que caracteriza a pressa, quanto o alongamento, prejudicando outros itens do programa.
3.      Usando livros de cânticos, hinários oficiais e músicas avulsas, buscando sempre uma variedade saudável, preocupando-se em estabelecer uma boa dosagem entre músicas novas (desconhecidas) e repertório mais antigo, que já é de domínio congregacional e ajuda muito na adoração consciente.
4.      Buscando um equilíbrio entre formalidade, informalidade, técnica e improvisação. Todos esses 4 fatores são importantes para um bom programa de culto e devem ser analisados pelos dirigentes de louvor.

CONDUZINDO ENSAIOS


  • A importância dos ensaios.
Ramon Tessmann diz que “os ensaios em grupo são considerados fundamentais dentro de um ministério musical. Muita gente tem dado bastante importância a este ponto em especial e outros não têm levado o assunto tão a sério. A estes últimos deixo um alerta: é hora de mudar”.


  • Estratégias para bom aproveitamento do tempo:

1.      Planejar com antecedência a distribuição do tempo total.
2.      Trabalhar em separado com instrumentistas e cantores, fazendo a junção ao final do ensaio.
3.      Fazer todos os arranjos antes do ensaio, explicando com clareza todo o processo para facilitar o trabalho dos executantes.
4.      Separar um tempo para oração, comunhão e ministração da Palavra aos músicos.
5.      Valorizar o trabalho dos técnicos de som e iluminação, pois são parte importante neste processo. É preciso investir tempo em sua vida espiritual e crescimento cristão, para que não cumpram suas tarefas mecanicamente.
6.       A equipe de som  e multimídia precisam estar informadas e atentas aos objetivos de cada etapa do programa do culto, que se dará durante o período de ensaio,  possibilitando o equilíbrio de volume e abertura de som para cada instrumento ou cantor no momento certo.

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão 


terça-feira, 12 de março de 2013

LIDERANÇA NO CULTO


LIDERANÇA NO CULTO

  • ANTES do culto:
1.      Determine o tempo de duração do culto ou das músicas.
2.      Escolher músicas cujo estilo sejam coerentes com os diversos momentos a serem vividos durante o culto.
3.      Ajudar a todos os músicos, equipe de som, multimídia e outros líderes do culto a entenderem a importância do preparo do corpo, alma e espírito para esta hora.
4.      Passar o som com os microfones ligados, testando cada um em separado, processando uma boa equalização entre vozes e instrumentos. A passagem de som é fundamental para o êxito do culto.

  • DURANTE o culto:

Liderar o culto é tanto um privilégio quanto um fardo. O privilégio é óbvio: não há outro momento na semana mais importante para os cristãos, em que se reúnem na igreja para a adoração coletiva. Os líderes têm, portanto, o privilégio de conduzir o povo na presença de Deus.
O outro lado desse privilégio é o fardo das grandes expectativas. Os líderes querem adorar a Deus e ajudar as pessoas por meio de uma direção adequada. Mas ao cometer um erro, o líder acha que todo o mundo viu, ouviu, registrou e acha também que desviou a atenção da congregação na adoração. Que fardo para carregar a cada sete dias !
Assim o líder deve tomar alguns cuidados:

a)      Prepare-se: Como líder no culto, comece a se preparar para a sua tarefa, prepare seu espírito.  Se você não se  entregar em sua totalidade nas mãos de Deus que o chamou para liderar o povo em adoração, então não há motivo para aficar em  pé diante da congregação e nem haverá poder para a tarefa que lhe foi entregue.
A aparência também é outro fator importante, as pessoas não podem se distrair pelo seu excesso de beleza ou desleixo. Evite modas muito chamativas.

b)      Seja você mesmo:
1.      Os  líderes muitas vezes tentam se perecer com alguém, seja na aparência, seja no modo de falar. Uma vez que cada um de nós fomos feitos a imagem de Deus e é um reflexo único e especial de sua natureza perante o mundo, não há nenhuma boa razão para imitar outra pessoa.
2.      Os dirigentes e participantes não devem mostrar insegurança, nervosismo ou cansaço. O líder deve estar consciente de que seu papel é ministrar.
3.      Os backs vocais são responsáveis pelo apoio ao líder na direção e pelo incentivo aos adoradores a participarem de maneira mais efetiva. Não podem expressar apatia nem indiferença durante o culto.
4.      O dirigente é o líder da adoração. Precisa comunicar-se com facilidade, ter vocabulário acessível à congregação e, principalmente, não pregar um sermão antes de cada música. É importante que entenda seu papel de ministrante e não de pregador durante o tempo da celebração.
5.      O dirigente nem sempre é o arranjador, mas precisa conhecer perfeitamente todo o arranjo a ser executado no culto.
6.      Buscar a unção do Espírito Santo para a verdadeira adoração. Não pode haver triunfalismo nem auto-suficiência.
7.      A função principal do dirigente é conduzir o povo na presença de Deus e não de agir como animador do auditório.
  
8.      O dirigente deve estar atento ao comportamento congregacional, observando sua reação durante o louvor, buscando envolvimento sincero do corpo de Cristo. Isso não significa manipulação de massas ou indução emocional.


c)      Preste culto também: Poucas atividades são mais difíceis do que adorar a Deus enquanto conduz outros na adoração. Normalmente os lideres de culto querem que tudo saia o mais perfeito possível. Por causa disso, é muito fácil ficar concentrado para saber se todas as coisas estão andando de acordo. Mas agindo assim há um desvio da atenção a Cristo, a quem estamos adorando. Antes do culto planeje a sua atuação (lendo a ordem de culto), oriente as pessoas envolvidas, entregue toda a sua participação como oferta de sacrifício ao Senhor e descanse.

  • DEPOIS do culto
  1. Ter disposição para avaliar o trabalho desenvolvido durante o culto. Os ministros  que não avaliam os cultos perdem a valiosa oportunidade de aprender como melhorar o culto para a glória de Deus. Não é necessário fazer um reunião para isso, você pode colher informações do pastor, outros ministros, de alguns da congregação de faixas etárias diferentes. Não seria bom fazer essa pesquisa logo após o culto, pois as pessoas poderiam ser muito severas na avaliação dos fatos que ocorreram há apenas algumas horas. Quinta ou Sexta é muito tarde, portanto bom seria fazer na Segunda ou Terça.

  1. Possibilitar que haja momentos para avaliação individual e coletiva, tendo alguns valores estabelecidos, tais como:
-  Quanto tempo foi gasto em avisos, cânticos, orações, músicas especiais, sermão, apelo, etc?
- A divisão desse tempo foi suficiente para atingir as metas propostas para cada item do programa?
-  As metas do programa foram atingidas? O que facilitou ou o que dificultou para se atingir essa meta?

Alguns pontos podem ajudar na avaliação:

Ø  Os locais e equipamentos (som, luzes, ar- condicionado, retro , etc...) estavam preparados?
Ø  Os líderes de cultos estavam avisados e preparados?
Ø  Os líderes principais fizeram algum comentário significativo sobre o  culto?
Ø  Cada um dos elementos do culto atingiu seu objetivo?
Ø  A congregação participou ativamente do culto?
Ø  As pessoas saíram do culto conscientes do amor, da graça e do poder de Deus?

Que este estudo venha trazer crescimento ao seu ministério.

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão

quarta-feira, 6 de março de 2013

PONTOS IMPORTANTES PARA O MINISTÉRIO DE LOUVOR


REFLEXÕES IMPORTANTES PARA O LÍDER

 A percepção da glória de Deus deve ser uma meta permanente em nossos cultos.
  1. A seriedade e responsabilidade espiritual dos que ministram o louvor  na  igreja devem trazer temor e tremor: Deus só aceita louvor de corações quebrantados e contritos, portanto, disponíveis e ensináveis.
  2. Precisamos de adoradores no padrão que Jesus ensinou: “adoradores que adorem em espírito e em verdade”.
  3. Nossa atuação não é um momento espetacular nem especial no programa. Cuidado: nosso agir deve estar sempre submisso a vontade de Deus, pois o culto não é um espetáculo teatral. Deus enxerga os corações.
  4. Só existe um destaque nos cultos: o Senhor Jesus. Nosso papel é o de oportunizar que o louvor atue neste sentido, tendo consciência de que somos apenas instrumentos, especialmente separados por Deus para motivar o povo no louvor e adoração.
  ATITUDES NECESSÁRIAS PARA EXERCER ESTA TAREFA TÃO PRECIOSA AOS OLHOS DE DEUS

Buscar, em primeiro lugar, que nossas vidas reflitam as mesmas características dos levitas, para que todo os grupos possam ser atingidos e abençoados em seu ministério:
a)      MATURIDADE – não podemos agir como crianças em nossos ensaios e programas de culto.
b)      CONHECIMENTO TÉCNICO – é preciso darmos valor ao tempo dos ensaios, planejamentos e preparo de nossos repertórios. Precisamos valorizar, investir e gastar muito tempo no ministério.
c)      RESPONSABILIDADE – a presença, pontualidade e interesse pelo ensaio ajudam numa boa apresentação. Presença nos ensaios e apresentações são fundamentais para um bom trabalho coletivo.
d)      COMPANHEIRISMO – é importante que saibamos valorizar as pessoas que participam conosco no ministério musical. É necessário ver além da realidade e enxergar as potencialidades de cada um, pois as pessoas são mais importantes que as coisas. Estas atitudes nos levam a amá-las e a melhorar nossos relacionamentos.

v  Seu pastor deve ser também alvo da sua atenção;
v  O visitante espera uma oportunidade de falar com você.

e)      CONSCIÊNCIA DA MISSÃO – nosso papel, como músicos na igreja, é ajudar as pessoas a viverem um momento de celebração e adoração. Precisamos entender que a função de líder na adoração não significa ser promotor de momentos especiais ou espetáculos musicais.

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão

segunda-feira, 4 de março de 2013

CAMINHAR EM CONFIANÇA


Jesus respondeu: "Pode ir. O seu filho continuará vivo". 
O homem confiou na palavra de Jesus e partiu. 
João 4:50

Tudo o que precisamos nesta vida está neste versículo.
1) Precisamos confiar na palavra de Jesus. Viver seguro do que ele promete se cumpre. O que me chama atenção nesse texto, é a serenidade como acontecem os fatos. O homem se dirige a Jesus, faz o pedido, ouve a palavra de Jesus e parte confiante.
Não precisou de nenhum espetáculo, talvez muito de nós ficaríamos decepcionados por não ter acontecido nada de "extraordinário". As pessoas falavam de tantas maravilhas feitas por Jesus e quando chega a vez desse homem, "nada" acontece. Deus é surpreendente, o seu agir é nada convencional, precisamos apenas crer em sua palavra.
2) Outro fato importante no versículo, é que o homem partiu. Não havia mas nada para fazer ali, ele voltou para casa afim de certificar se o filho havia melhorado de fato. Aquele problema era coisa passada.
Temos a tendência em viver no passado, ficamos olhando as falhas, os erros passados. Por isso nunca passamos para a próxima etapa, ou seja, não crescemos.
Que possamos partir confiante em nossas vidas, porque o que passou, passou. Vem coisas novas por ai, Deus sempre tem coisas novas para nós. Vivamos em novidade de vida confiantes na provisão de Deus.

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão