terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A MÚSICA AFETA AS EMOÇÕES

Você já passou pela experiência de colocar um som para relaxar, depois de um dia difícil? Ou de tocar uma música agitada ao chegar na academia, na tentativa de aumentar o pique? Se já fez isso é porque percebeu que os acordes são capazes de afetar as suas emoções.
Partindo dessa mesma premissa, surgiu a musicoterapia, cujo objetivo é pesquisar a relação do homem com os sons, para transformar esse conhecimento em métodos terapêuticos. "Já sabemos que a atividade musical envolve quase todas as regiões do cérebro", explica a musicoterapeuta Maristela Smith, fundadora e coordenadora da área de musicoterapia do Instituto de Medicina Física e Reabilitação do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Universidade de São Paulo).
Quando uma música emociona, por exemplo, a estrutura do cerebelo --que modula a produção e a liberação dos neurotransmissores dopamina e noradrenalina-- é ativada, assim como a amígdala cerebelosa, a principal área do processamento emocional no córtex cerebral. Já quando acompanhamos uma canção, acessamos o hipocampo, responsável pelas memórias.
Por isso mesmo, a música é capaz de influenciar não só o estado mental como também o físico. "O corpo tem uma tendência a seguir o ritmo ouvido, tanto em sua velocidade, quanto em sua altura e intensidade", diz Maristela. Consequentemente, os sons podem afetar as frequências cardíaca e respiratória, a pressão arterial, a contração muscular e até o ritmo do metabolismo. "Eles também podem ajudar a intensificar e a reduzir os estímulos sensoriais, como a dor", explica a musicoterapeuta.
No combate ao câncer, por exemplo, o método já vem sendo utilizado, com bons resultados. "Nesse caso, a musicoterapia, além de trabalhar funções emocionais presentes, como a redução do estresse e da ansiedade, também contribui para o aumento dos circuitos neurais responsáveis pela diminuição da dor crônica", declara Maristela.
Na Oncologia Pediátrica do Hospital da Criança Conceição e no Hospital São Lucas da PUC- RS (Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul), o trabalho com música rendeu uma melhoria de 74,8% no estado de ânimo das crianças hospitalizadas.
"A música tem um enorme potencial sobre o cérebro humano, principalmente no que diz respeito ao sistema límbico, o centro de sentimento e emoções do cérebro, e ao resgate da memória", diz a musicoterapeuta Maria Helena Rockenbach, que conduziu a pesquisa.
De acordo com o musicoterapeuta David Maldonado, que se especializou em intervenções musicais em neuropediatria pela Ufscar (Universidade Federal de São Carlos), os sons também podem contribuir para fortalecer o sistema imunológico.
"A música envolve a capacidade mental, emocional, física, social e fisiológica. Por isso, podemos recomendar a musicoterapia como coadjuvante no tratamento de quase todas as doenças", diz.

Identidade sonora

No cérebro, a capacidade de uma determinada música atingir uma região ou outra está vinculada com o maior ou menor prazer da audição. Por isso, antes de iniciar um processo de musicoterapia, é importante traçar a Identidade Sonora do Indivíduo, também chamada de ISO.
"Cada pessoa tem um conjunto de sons e músicas que contam sua história, que fazem parte da sua vida. Esse conjunto é único, é como uma impressão digital. Na musicoterapia, acessamos elementos dessa identidade para resgatar situações vividas, desenvolver potenciais e dar novos significado a determinados conteúdos", explica a musicoterapeuta Luciana Frias, responsável pela implantação da Musicoterapia no IMIP (Instituto de Medicina Integral de Pernambuco).
Essa investigação considera a música no contexto geral de vida do indivíduo e não apenas os sons que o agradam naquele momento. "A identidade sonora está intimamente ligada à história de vida, uma vez que a música perpassa toda a trajetória do ser, desde a vivência intrauterina até o seu momento final", afirma Maristela.
Nessa pesquisa, os especialistas chegam às músicas capazes de despertar sentimentos positivos e negativos no indivíduo e, durante o tratamento, vão utilizar esses dados conforme a necessidade.
"Pacientes epilépticos são capazes de entrar em crise se ouvirem determinados sons, assim como pacientes depressivos ou eufóricos podem agravar o quadro dependendo da música que lhes chega aos ouvidos. Por isso é tão importante que o tratamento seja sempre feito por um musicoterapeuta", EXPLICA Maristela Smith. 
FONTE: http://mulher.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2014/02/17/musica-afeta-as-emocoes-e-ate-ajuda-no-tratamento-de-doencas.htm

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

CONDIÇÃO PARA MINISTRAR

Então Moisés chamou Bezalel e Aoliabe e todos os homens capazes a quem o Senhor dera habilidade e que estavam dispostos a vir realizar a obra.
Êxodo 36:2
A Bíblica destaca algumas pessoas que receberam uma unção especial para adornar o tabernáculo.

1) Deus chama e dá capacidade, então aqueles que são chamados, são perfeitamente capacitados para a função a qual Ele chamou, ainda que você ache que não seja. Exercer um ministério é um ato de fé.

2) Além de ser habilitado por Deus, seu coração deve estar disponível para a obra e é ai onde está o problema. Muitas vezes temos nossas prioridades e deixamos o chamado divino para depois, com isto, sofremos e não experimentamos o agir de Deus em nós, enquanto fazemos a obra dele.
Pensemos nisto.
Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

TEMPO PARA REFLEXÃO

“O sábio de vez em quando, faz um balanço de sua vida e se pergunta: 
Qual é meu foco de vida? Que valor dou eu à minha vida. Quem rege  minha vida física, mental e espiritual? Quantas pessoas eu ajudo? Sou generoso? Tenho minha mão estendida ou fechada? Meu braço  vai em direção ao outro ou ao vê-lo em necessidade eu o retenho? Qual é minha contribuição ao meio em que vivo?”

·         “Quando eu estou ocupado em servir os outros, nem olho para mim mesmo como um prestador de favores, mas como um pagador de dívidas,” (B.Franklin)

·         Eu vivia reclamando porque não tinha sapatos, até o dia que encontrei um homem sem pés.”( A.Carnegie)
·         “Algumas pessoas amam o poder, mas outras têm o poder de amar”(Bob Marley)

·         “A única maneira de multiplicar a felicidade é dividindo-a”.(Paul Scherer)

Pense nestas coisas e tenha um bom dia,

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

UVCC

UVCC
    No ano 2000, estive LOUVARIO, onde  o saudoso Pr. Marcílio, preletor da oficina que participei, nos apresentou esta sigla, que é fundamental para o líder.

“U” de unção: deve ser  a primeira qualidade do líder, unção tem haver com santificação, busca da presença de Deus, algo que o líder não pode prescindir.

“V” de visão: Se o líder tem unção, mas não tem visão, não sai do lugar.

“C” de comunicação: é onde muitos líderes erram. Tem unção e visão, sabem onde querem chegar, mas não passam a visão aos liderados, às vezes até passam a visão, mas de uma maneira pobre.

“C” de criatividade: para de relacionar com os liderados, para passar a visão, para lidar com as situações adversas. 
   A criatividade não é menos importante que os outros itens.  A rotina de sempre fazer as mesmas coisas do mesmo jeito pode trazer dificuldades na sua liderança, portanto, seja criativo, não tenha medo de inovar. 
   Então o líder deve ter muita “UVCC”.


   Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

PERSISTÊNCIA

Autor desconhecido

    Um homem investe tudo o que tem numa pequena oficina.
Trabalha dia e noite, inclusive dormindo na própria oficina.
Para poder continuar nos negócios, empenha as próprias jóias da
esposa. Quando apresentou o resultado final de seu trabalho a
uma grande empresa, dizem-lhe que seu produto não atende ao
padrão de qualidade exigido. O homem desiste? Não! Volta à
escola por mais dois anos, sendo vítima da maior gozação dos
seus colegas e de alguns professores que o chamavam de
"visionário". O homem fica chateado? Não! Após dois anos, a
empresa que o recusou finalmente fecha contrato com ele.

    Durante a guerra, sua fábrica é bombardeada duas vezes,
sendo que grande parte dela é destruída. O homem se desespera e
desiste? Não! Reconstrói sua fábrica, mas, um terremoto
novamente a arrasa. Essa é a gota d'água e o homem desiste?
Não!

     Imediatamente após a guerra segue-se uma grande escassez
de gasolina em todo o país e este homem não pode sair de
automóvel nem para comprar comida para a família. Ele entre em
pânico e desiste? Não! Criativo, ele adapta um pequeno motor à
sua bicicleta e sai às ruas. Os vizinhos ficam maravilhados e
todos querem também as chamadas "bicicletas motorizadas".

    A demanda por motores aumenta muito e logo ele fica sem
mercadoria. Decide então montar uma fábrica para essa novíssima
invenção. Como não tem capital, resolve pedir ajuda para mais
de quinze mil lojas espalhadas pelo país. Como a idéia é boa,
consegue apoio de mais ou menos cinco mil lojas, que lhe
adiantam o capital necessário para a indústria.

    Encurtando a história: hoje a Honda Corporation é um dos
maiores impérios da indústria da automobilística japonesa,
conhecida e respeitada no mundo inteiro. Tudo porque o
Sr. Soichiro Honda, seu fundador, não se deixou abater pelos
terríveis obstáculos que encontrou pela frente.

    Portanto, se você, como infelizmente tem acontecido com
muitas pessoas, adquiriu a mania de viver reclamando, pare com
isso! Vá em frente.
    Sempre!

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão
                                            


quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O MUNDO É VIRTUAL, MAS AS CONSEQUÊNCIAS SÃO REAIS

Toda banda larga é inútil, se a mente for estreita.
De que nos adianta ter a facilidade no acesso à informação, se não sabemos o que fazer com ela?
De que adianta ficar sabendo de tantas e tantas coisas, se não sabemos selecionar o que eu quero e o que eu não quero para mim?
A mente estreita lê, mas não pensa sobre o que leu, não emite opinião, apenas aceita...
A mente estreita prefere o contato virtual, dos perfis raramente sinceros, do que a conversa olho no olho, sem barreiras, sem máscaras.

Sejamos nós estes de mente larga, que querem e trabalham pelo bem comum, das mais diferentes formas possíveis, e que se utilizam de mais este instrumento, para viver o amor.

Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão

terça-feira, 29 de outubro de 2013

COMO ELEFANTES DE CIRCO


(Maria Lemoigne)

 Quando eu era criança me encantavam os circos, e  do que eu mais
 gostava eram os animais. Tanto a mim como a outras  pessoas, como fiquei
 sabendo mais tarde, chamava atenção o elefante.

Durante o espetáculo, o enorme animal fazia demonstrações de peso,
 tamanho e força descomunais. Mas, depois de sua  atuação, e até um segundo
 antes de entrar em cena, o elefante permanecia  preso, quieto, contido
 somente  por uma corrente que aprisionava uma de suas
 patas a uma pequena estaca  cravada no solo.

 Sem dúvida alguma a estaca era só um pedaço de  madeira, apenas
 enterrado alguns centímetros na terra. E, ainda  que a corrente fosse grossa  e
 poderosa, me parecia óbvio que esse animal, capaz  de arrancar uma
 árvore com sua própria força, poderia, com  facilidade, arrancar a estaca e
 fugir.

 O "mistério" é evidente: "O que o mantém, então?  Por que não foge?"
 Quando eu tinha cinco ou seis anos, eu todavia  confiava na sabedoria
 dos adultos. Perguntei então a algum professor, ou  a algum parente, ou
 algum tio, sobre o "mistério" do elefante. Algum  deles me explicou que o
 elefante não escapava porque estava amestrado. Fiz  então a pergunta
 óbvia: - Se está amestrado, por que o prendem? 
 Não  recordo haver recebido nenhuma resposta coerente! Com o tempo,
 esqueci do "mistério"  do elefante e da estaca...

 Eu somente recordava quando me encontrava com
 outros que também se  haviam feito a mesma pergunta.

 Há alguns anos descobri que, por sorte minha,  alguém havia sido
 bastante sábio para encontrar a resposta: o  elefante do circo não escapa
 porque tem permanecido atado à estaca desde muito,  muito pequeno.

 Fechei os olhos e imaginei o pequeno recém-nascido  sujeito à estaca.
 Tenho certeza que, naquele momento, o elefantinho  puxou, forçou, tratando
 de soltar-se. E, apesar de todo o esforço, não o  pôde fazer. A estaca
 era certamente muito forte para ele. Juraria que  dormiu esgotado e que
 no dia seguinte voltou a tentar, e também no outro que se seguia. Até que
 um dia, um terrível dia para sua história, o  animal aceitou sua impotência e
 se resignou a seu destino. O elefante enorme e  poderoso que vemos no
 circo não escapa porque crê, realmente, o pobre,  que não pode. Ele tem o
 registro e a recordação de sua impotência, daquela  impotência que sentiu
 pouco  depois de nascer. E o pior é que jamais voltou a  questionar seriamente esse
 registro.

 Jamais voltou a colocar à prova sua força outra  vez.
 Muitas vezes somos como os elefantes. Vivemos  crendo que um montão
 de coisas "não podemos". Simplesmente porque,  alguma vez, quando éramos
 crianças, tentamos e não conseguimos. Fazemos,  então, como o elefante.

 Gravamos em nossa memória: "Não posso. Não posso e
 nunca poderei!" Crescemos  carregando essa mensagem que impusemos a nós
 mesmos e nunca mais voltamos  a tentar.

 Quando muito, de vez em quando sentimos as correntes, fazemos soar o
 seu ruído, ou olhamos com o canto dos olhos a  estaca e confirmamos o
 estigma: "Não posso e nunca poderei!".A única  maneira de tentar de novo é
 colocando muita coragem em nossa cabeça e em nosso  coração! Mas como superar
 sentimentos que vem desde a infância?

 Peça a ajuda de Deus: "Se alguém tem falta de sabedoria, peça a
 Deus. Ele dará porque é generoso e dá com bondade  a todos".


Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão