Pr. Roger Williams/Vineyard EUA (Adaptado)
“Fomos chamados para estarmos eternamente ‘pré-ocupados’ com Deus” - A. W. Tozer
Conhecer o Senhor é a atividade de maior valor que podemos desenvolver e a experiência de sua presença está
intrinsecamente relacionada com o nosso conhecimento de sua pessoa.
Nada se compara a estar na presença de Deus. Nós, cristãos, somos conclamados a alcançar intimidade com Deus. No entanto, não a conseguiremos longe da presença do Senhor.
A pratica da adoração consiste em ser obediente a Deus. Somos conclamados a discernir o que agrada ao Senhor e compreender qual é a vontade dele. Conhecer o que realmente o satisfaz. Isso é adorar continuamente.
Em João 4, Jesus disse que o Pai busca adoradores. Isso implica que Deus não procura a adoração em si, mas sim pessoas envolvidas pessoalmente nessa prática. Deus nos salvou e nos separou para adorá-lo e louvá-lo. Com insistência, ele busca verdadeiros adoradores. Ele procura pessoas que, como Davi, pedem simplesmente “uma coisa”: poder estar em sua presença e contemplar sua beleza.
O Senhor busca gente que, como Maria, faz aquela “uma coisa” necessária: assentar-se aos pés de Jesus. É muito mais fácil trabalhar para Deus. A igreja está repleta de Martas, pessoas atarefadas, envolvidas com tudo o que precisa ser realizado. Na verdade, os seres humanos tendem a estabelecer sua identidade a partir do que fazem. Pensam que isso define quem são. Entretanto, Deus está buscando indivíduos dispostos a encontrar sua identidade apenas nele.
A adoração consiste em rendição absoluta a Jesus. Adorar é permanecer na presença de Deus continuamente, em vez de eleger momentos isolados em que nos aproximamos dele. Todos podemos ter acesso ao interior do santuário e somos chamados para ser sacerdotes. Todavia, muitos cristãos estão satisfeitos em ver os outros se achegando cada vez mais a Deus, enquanto eles se contentam em adorar a distância.
Que sejamos incomodados a cada dia, e em cada instante buscar a presença de Deus em nossas vidas.
Na Paz de Deus, Maestro de nossas vidas,
Erasmo Romão